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Backer Medieval

Inspirada da época medieval, essa Belgian Blonde Ale nos surpreendeu. Talvez porque não estávamos com uma expectativa alta, mas foi uma experiência ótima.

O ritual começa com o derretimento da cera que protege a tampa, utilizando uma vela. Ao servir, percebe-se uma espuma clara, densa, duradoura e cremosa. O aroma é de malte, caramelo e bastante frutado. O corpo é leve, mas não muito leve, na medida certa. No paladar sentimos o malte, o lúpulo mais floral, e o frutado continua. O conjunto é bem equilibrado, harmônico. Teor alcoólico de 6,7% ABV.

Nota: 7,5
Preço médio: de $15,00 a R$18,00

Mais informações: cervejariabacker.com.br/medieval

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Bodebrown Wee Heavy Oak Barrel

Inspirada na receita tradicional de 1719 dos Monges Beneditinos, da Escócia, essa Scotch Ale é a primeira brasileira do estilo. A cervejaria é a Bodebrown, de Curitiba. Começando com uma embalagem especial, cilíndrica, a cervejaria também nos presenteia com um exemplar extra do rótulo. A garrafa, estilo inlgesa, também possui o símbolo da cervejaria em relevo.

Com espuma marrom clara e corpo marrom âmbar, seu aroma é amadeirado e maltado. O sabor de cara revela o malte, mas também é adocicado e lembra baunilha, ameixa e caramelo, além do sabor do barril de carvalho. Líquido bastante licoroso com um final levemente amargo e adstringente. O teor alcoólico de 8% ABV traz uma sensação de calor. Ótima cerveja, equilibrada em todos os aspectos presentes no conjunto. Não perde para as estrangeiras, é um belo exemplar do estilo.

Nota: 8,5
Preço médio: $20,00

Mais informações: bodebrown.com.br

 

 

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Notícia – Do fundo do quintal para os bares e casas noturnas

Eles começaram fazendo cerveja no fundo do pátio ou na cozinha de casa e descobriram que existe um filão para a bebida em escala comercial. Foi entusiasmado pela boa aceitação do produto que Micael Eckert decidiu encarar a perspectiva industrial. Hoje, comanda a produção de 10 mil litros por mês da Cerveja Coruja, tradicional em muitos bares, principalmente na Cidade Baixa, em Porto Alegre.

“Quando começamos a produção, em Teutônia, com cervejeiros da cidade, tinha na mente a lembrança de meu avô, quando morávamos em Estrela, onde ser mestre cervejeiro da Polar era tão ou mais importante do que ser engenheiro”, compara. Em 2004, as primeiras garrafas com design como de antigos frascos de remédio só eram encontradas no Zelig. Eckert lembra, no entanto, questões como a alta carga tributária, mas pondera: “Quem vai beber uma cerveja artesanal tem preocupação com sabor e qualidade e não só com preço”. Assinala que é preciso apoio, como acontece em Santa Catarina, onde a tributação é de 12,5%, sendo que 25% do que é pago no mês é descontado no seguinte.

Os irmãos Glauco e Guilherme Caon também acreditaram nesse mercado. Comandam uma microcervejaria, a Cerveja Anner, que começou a ser produzida há pouco mais de três anos. “Acabamos de alugar parte de uma antiga fábrica em Porto Alegre para ampliar a produção”, diz Guilherme, que comemora os 2 mil litros mensais. “Estamos aprendendo a cada dia”, observa. Como no caso da Coruja, a reclamação sobre a questão tributária prevalece. Para Guilherme, apesar do desejo de expandir o negócio, a comercialização ainda é um desafio. “O mercado mundial de cervejas já chegou a 3% para as artesanais que, nos próximos anos, devem alcançar até 10%, mas para isso é preciso incentivo.”

Fonte: Correio do Povo (http://www.correiodopovo.com.br)

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Notícia – Cerveja artesanal conquista espaço no mercado gaúcho

Até algum tempo atrás, a arte de fazer cerveja em casa não passava de hobby. Hoje, a iniciativa é fonte de renda para pequenos empreendedores que descobriram um potencial mercado em expansão. A prova está no aumento do número de filiados à Associação dos Cervejeiros Artesanais do Rio Grande do Sul (Acerva Gaúcha). Além disso, outra entidade foi criada para aqueles que decidiram empreender na área. Na Associação Gaúcha das Microcervejarias (AGM), jovens empresários dinamizam o mercado, buscando opções para melhor produzir e distribuir.

Para o presidente da Acerva Gaúcha, Pedro Gitzler, embora o processo de produção artesanal não tenha incorporado o aspecto comercial, essa atividade também tem a perspectiva de gerar renda, uma vez que é preciso comprar equipamentos e matéria-prima. “Vimos crescer o número de cervejeiros caseiros que passam para uma ação mais industrial”, disse, destacando o sucesso conquistado por marcas gaúchas como Coruja e Anner. Gitzler observa que a tendência é de multiplicação no número de cervejeiros caseiros.

Um fator que demonstra preocupação com qualidade foi o Encontro Nacional de Cervejas Artesanais, na Capital, no início de junho. “Estamos investindo na melhoria da produção dos associados e, por isso, pela primeira vez, fizemos um concurso. Um especialista norte-americano, com certificação internacional, julgou a qualidade das cervejas artesanais feitas em todo o país e, felizmente, sem surpresa, conquistamos duas premiações”, comemorou o dirigente. O encontro nacional em Porto Alegre reuniu mais de 800 pessoas com a participação de cervejeiros e de microcervejarias.

Fonte: Correio do Povo (http://www.correiodopovo.com.br)

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Notícia – Brinde artesanal

Quem curte cerveja artesanal, sabe que a Abadessa é uma das melhores espécies do gênero. O líquido dourado foi batizado em homenagem à abadessa Hildergard Von Bingen, primeira mulher na Alemanha a utilizar o lúpulo para produzir cervejas, em 1067. A cervejaria que tem fábrica em Pareci Novo/RS, produz diversos estilos de cerveja, com destaque para Helles, Export e Slava.

A novidade é que seu fundador, Herbert Schumacher, recebeu dupla certificação pelo Senac/SP e escola alemã Doemens como Sommelier de Cerveja. Para comemorar o título, está sendo lançado um copo especial que eleva as cervejas ao mesmo patamar de bebidas como espumante e vinho na harmonização junto à alta gastronomia.

Prost! Um brinde à Abadessa.

Prost! Um brinde à Abadessa.

Fonte: Correio do Povo (http://www.correiodopovo.com.br/)

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1ª Brassagem do Mijando!

Estamos felizes em comunicar que finalmente fizemos nossa primeira leva de cerveja. Tirando um probleminha com a filtragem do malte e alguns receios de iniciantes, deu tudo certo! Mas é melhor mostrar do que falar, então ai vão as fotos do ‘grande dia’. Fizemos uma receita para 20l de Blond Ale, utilizando malte pilsen e carahell.

Malte já moído

Mosturação

Recirculando o mosto

Lavagem

Colocando o lúpulo

Chiller no gelo para resfriar a cerveja

Passando para o fermentador

Resultado do whirlpool - trub no fundo da panela

Hidratando o fermento

Depois de 9 dias - engarrafando

E agora nosso líquido precioso está na geladeira, mais uma semana e vamos descobrir o resultado. Aguardem!

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Para conhecer – Armazém Água de Beber

Hoje vai começar uma nova seção de sugestões de bares, pubs e butecos que são conhecidos e agradam a equipe do Mijando.

Vamos começar, nada mais nada menos, pelo bar que iniciou e ‘doutrinou’ os membros do blog a degustarem boas cervejas e criarem apreciação por essa maravilha liquida.

O bar conta com uma carta com diversas cervejas artesanais, principalmente as gaúchas (até tem Polar, mas não é dessas que nos referimos hehehe) e uma variedade de importadas com um preço bom. Frequentemente há novidades de cervejas nacionais e importadas.

Um grande ponto positivo do bar é o atendimento, é ótimo e é feito pelos donos do bar.

O bar não trabalha com chopp diariamente, mas toda ultima quarta-feira do mês tem o Festival do Chopp, onde uma ou mais cervejarias convidadas colocam barris e os clientes convidados podem desfrutar a vontade por um valor que atualmente é de 22 mangos.

Os petiscos são bem variados, gostamos muito do Leitão bêbado (que já foi indicado ao pessoal do Arrotando), que é um pernil de porco  cozido na cerveja servido com pão e cebolinha. Há também umas mini-pizzas, sanduíches e claro o clássico amendoim japonês.

Um dos únicos problemas é onde estacionar, existe uma garagem na Riachuelo, na mesma quadra, mas que fecha as 21 e é caro, porém um ponto de taxi é estrategicamente posicionado na esquina. E o bar só funciona de segunda a sexta.

Fica a dica.

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